Coleção: Botijões de nitrogênio

Dúvidas frequentes

O que são as canecas (canisters) do botijão?

São os cilindros internos, suspensos no gargalo, onde as doses ficam guardadas. O número de canecas — de 1 a 10 nos modelos da Alta — determina a organização e parte da capacidade. Ao retirar uma caneca para pegar uma dose, faça-o rapidamente e mantenha-a sempre abaixo da linha do gargalo para reduzir a exposição ao calor.

Por quanto tempo o nitrogênio dura? Qual é a autonomia do botijão?

A autonomia (período útil em uso) varia e vai até 135 dias nos modelos da Alta, conforme o tamanho e a frequência de uso. Quanto menor o botijão e quanto mais aberturas no dia a dia, mais rápido o nitrogênio evapora. A autonomia informada pressupõe uso normal — o ideal é reabastecer antes de chegar ao limite.

Com que frequência preciso completar o nitrogênio?

Antes de o nível chegar ao mínimo de segurança. Na prática, a maioria dos pecuaristas reabastece a cada 30 a 60 dias, respeitando a autonomia do modelo. Meça o nível com regularidade e nunca deixe as doses ficarem descobertas. Ter um fornecedor de nitrogênio confiável na região é parte essencial da rotina.

Como meço o nível de nitrogênio dentro do botijão?

Com uma régua (vareta) de medição: insira-a até o fundo, aguarde alguns segundos, retire e observe a marca de condensação/gelo, que indica até onde vai o líquido. A Alta oferece uma régua de cerca de 50 cm para isso. Nunca use objetos improvisados que possam soltar partículas dentro do botijão.

Qual botijão escolher?

Escolha pela quantidade de doses que pretende estocar, pela facilidade de reabastecer nitrogênio na sua região e pela necessidade de transporte. Para operações menores ou com reabastecimento fácil, modelos de 11 a 20 litros (Doble 11, SC 11/7, XC 20) atendem bem. Para grandes estoques, centrais e revendas, os de 34 a 47 litros (TW 34-10, XC 47/11, linha TW 47) são mais indicados. Na opção para pecuaristas, a Alta inclui R$ 500 em doses à sua escolha.

Existe botijão para transporte, diferente do de armazenamento?

Sim. Além dos botijões de armazenamento, há modelos voltados ao transporte de doses ao campo — mais compactos, como o SC 4/2 V (3,6 litros, 1 caneca). Para transporte aéreo existem os chamados “dry shippers” (transporte a seco), que retêm o nitrogênio em material absorvente e evitam derramamento. Confirme sempre a finalidade (armazenar x transportar) antes de comprar.

O que a garantia do botijão cobre?

A garantia cobre exclusivamente a manutenção do vácuo (o isolamento térmico), por 3 a 5 anos conforme o modelo. Perdas do material armazenado (sêmen e embriões) não são de responsabilidade do fabricante. Por isso, monitorar o nível de nitrogênio é fundamental: a maioria das perdas vem de falta de reabastecimento, e não de defeito do equipamento.

Como sei que meu botijão está com problema de vácuo?

O sinal clássico é o botijão “suar” ou formar gelo e condensação na parte externa, além de consumir nitrogênio muito mais rápido que o normal. Um consumo acima do esperado costuma ser o primeiro alerta. Se notar esses sinais, transfira as doses para outro botijão com segurança o quanto antes e acione a assistência técnica.

Os mesmos botijões servem para clínicas e laboratórios (uso humano)?

Sim. Os mesmos botijões de nitrogênio líquido servem para conservar amostras biológicas em clínicas de reprodução humana, dermatologia e crioterapia, pois o princípio de conservação é o mesmo. A Alta oferece a versão “20 litros para clínicas e laboratórios” (MVC XC 20) voltada especificamente a esse uso.

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